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Playlist de Janeiro!


Olá, olá, meus caros obstreladores! Como vão? Janeiro está acabando e com isso o ano vai começar de verdade. Sempre tive pra mim que janeiro é um espécie de mês neutro e, mesmo que eu tenha trabalhado pra caramba dessa vez, continuo considerando que o ano só começa de verdade quando janeiro acabada. Janeiro é aquele mês de recuperação, é tipo a ressaca do ano que acabou e a preparação para o ano que está começando. Eu provavelmente já falei aqui sobre o quanto gosto de criar playlists e uma das minhas decisões para 2017 é ter coragem de compartilhá-las com o mundo (ou pelo menos com o público do blog, haha). Vou rolar uma playlist por mês sim!

A ideia era fazer no início de cada mês e eu sei que já estamos no final de janeiro, mas não queria deixar passar em branco, então decidi fazer mesmo assim. Nesse mês as coisas foram tranquilas, não viajei, mas aproveitei bastante por aqui mesmo. Fui reassumindo minhas responsabilidades aos poucos e, sinceramente, eu senti falta de rotina durante o recesso de Natal e Ano Novo. Então a playlist do mês está recheada de coisas mais tranquilas e alegrinhas, para entrarmos em Fevereiro cheios de energias positivas.



Espero que gostem e não esqueçam de correr aqui para dizer o que acharam assim que terminarem de ouvir, viu? Me digam se fizeram alguma descoberta musical por lá ou indiquem coisas que vocês gostam de ouvir, adoro conhecer músicas novas!

Boa experiência musical e vejo vocês no próximo post, xoxo!



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As últimas coisas

Olá, olá! Primeiramente: vocês notaram no novo layout? Eu estou completamente apaixonada por ele! Adivinhem quem tem internet em casa novamente? Isso mesmo, euzinha. Depois de alguns meses lutando com a NET pra conseguir um ponto instalado lá em casa, finalmente todas as preces foram atendidas e agora temos a tão querida internet em nossa residência. O bom também é que estou de férias e podendo colocar em prática grande parte das minhas organizações e planos, um deles é retomar o movimento aqui no blog que andou meio abandonadinho nos últimos tempos! 

Decidi fazer esse post para dar aquela atualizada sobre as coisas que estão rolando na minha vida, vai ser mais ou menos como o taking stock, só que um tanto mais completo. Pretendo fazer ele de vez em quando para dar um update e indicar umas coisinhas aleatórias aqui para vocês, haha. Então, sem mais delongas...

LENDO

Confesso que não tive muito tempo para ler entre o fim do semestre e minha viagem, finalmente, depois de tanta enrolação, terminei Os 13 Porquês e é provável que eu resenhe aqui para o blog logo menos. Porém, as minhas verdadeiras aquisições no quesito livro foram dois livros que não são exatamente leitura... Pois é, comprei o livro de pintar O Feitiço do Tempo da Daria Song e um de anotações da mesma criadora do Destrua Este Diário. 


Bom, eu tinha um pequeno preconceito com livros de pintar, não sei exatamente o motivo, mas tinha. Porém, todo e qualquer preconceito que eu pudesse ter foi embora quando comecei a pintar. Sério, pensei que não ia ter paciência pra fazer metade, mas é tão relaxante, tão tranquilizante, de verdade. Além das ilustrações serem belíssimas e trazerem uma mensagem bem bonita e nostálgica sobre a infância. O segundo eu comprei para ver se me inspirava, o que é mesmo o objetivo dos livros de Keri Smith, e não foi diferente. Até agora estou usando o caderninho para absolutamente tudo, escrever coisas aleatórias sobre o meu dia, fazer listas (o que eu sou meio viciada em fazer), anotar qualquer coisa e está me rendendo um bom espaço criativo.


OUVINDO

Com o acesso limitado a internet eu quase não conseguia me atualizar dos lançamentos musicais. Recentemente também tive que migrar da Apple Music, que amava, para o Spotify por motivos de ser mais acessível financeiramente mesmo e ainda estou tentando me adaptar. Mas pelo menos eu FINALMENTE consegui ouvir o novo álbum dos Drowners que saiu em junho, só tinha ouvido duas músicas e estava louca para conseguir ouvir tudo. E, nossa, não podia ter feito melhor. A banda conseguiu manter o estilo meio rock de garagem e ao mesmo tempo evoluir bastante, eu achei sensacional e ainda não consegui parar de ouvir.



ASSISTINDO

Eu tive certeza absoluta de que quando eu finalmente tivesse internet colocaria as minhas séries em dia. Eu fiz isso? Claro que não, na verdade, comecei algumas novas e reassisti outras! Para não dizer que sou totalmente negligente com as minhas séries, assisti mega rápido a quarta temporada de Orange Is The New Black  (muito sofrimento envolvido, inclusive) e estou atualizadíssima em Scream. De resto, bom... Eu preciso dar um jeitinho antes das férias acabarem. Então, vou indicar aqui uma série que comecei na Netflix recentemente depois de muitos amigos me indicarem: Master of None. É exatamente o estilo de humor que eu adoro, cheio de referências e sacadas boas.


A série acompanha a vida, nos âmbitos pessoal e profissional, de Dev (Aziz Ansari), um ator de 30 anos de Nova York que tem problemas para decidir o que quer comer, mas não para decidir qual caminho quer seguir para o resto de sua vida. Ambiciosa, divertida, cinematográfica e intensamente pessoal, a história de Dev o leva a mergulhar em diversos temas, desde direito dos idosos à rotina dos imigrantes em um país estrangeiro.

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Yay! Deixem aí nos comentários o que vocês vem assistindo, lendo e ouvindo por aí! E o que acharam do novo layout? 


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12 músicas que adoro

Olá, olá! Hoje é dia 12 e vocês sabem o que significa, certo? Isso mesmo, #12Meses12Coisas! Dando continuidade ao projetinho do blog Lemao Doce, o "desafio" de hoje é citar 12 músicas que adoro. Sempre que me pedem para citar minhas músicas favoritas sinto aquela dorzinha no coração, sou muito de fases com músicas, é tão relativo pra mim! Então acabei fazendo de um jeito diferente: o iTunes mostra quantos plays eu dei nas músicas e vou colocar aqui as músicas que tiveram mais reproduções ao longo dos meus quase seis anos de iTunes, pulando aquelas que tiverem os artistas repetidos para não ficar chato, ok?

Então aqui vai a minha listinha, espero que gostem!

MARDY BUM - ARCTIC MONKEYS



SOMETHING - THE BEATLES



MAPS - YEAH YEAH YEAHS



AMY - GREEN DAY




SWEET LOUISE - THE BELLE BRIGADE



MY MISTAKES WERE MADE FOR YOU - THE LAST SHADOW PUPPETS



I CAN'T EXPLAIN - THE WHO



A BUTTON ON YOUR BLOUSE - THE DROWNERS




BAD HABIT - THE KOOKS



IT'S HARD TO GET AROUND THE WIND - ALEX TURNER




LAST NITE - THE STROKES



IDENTIFY - THE MAINE



É a vez de vocês, conseguem dizer quais são as músicas que vocês mais adoram? Ou pelo menos as que ouviram mais vezes? E já tinham ouvido alguma da minha listinha? Se sim, gostam ou não? Ah, e você, que está participando da tag também, deixa o link aqui embaixo para eu dar um conferida!

Até o próximo post, xoxo!

"stardustlady" no Snapchat



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As 5 músicas que animam o meu dia


Olá, olá! Como vão vocês? Eu vou muito bem e é nesse clima de bom humor que eu trouxe para vocês esse post. Notei que realmente não falo muito sobre música por aqui, mesmo sendo uma das coisas mais importantes na minha vida. Como vi que muita gente gostou do último post musical em que falei sobre as músicas que andava ouvindo nas rádios norte-americanas, decidi trazer mais uma mais ou menos nesse estilo também, mas agora mostrando um pouco mais do meu gosto musical. 

Acho que as músicas que ouvimos em determinados momentos da nossa vida são decisivas para o nosso humor, pelo menos eu funciono assim. Às vezes fico triste por simplesmente ouvir uma música mais triste ou por ela lembrar de certos momentos ruins, porém, existem os momentos em que fico super animada por ter tocado a música certa no carro. Sou uma grande fã desse segundo caso, amo aquelas músicas que nos passam uma energia boa e tudo o que queremos é pular e sorrir, por vezes até sem motivo algum. Foi pensando nisso que trouxe essa listinha das cinco músicas que mais me animam e me deixam feliz. 

Não foi fácil porque, felizmente, tenho muitas delas na minha vida, então separei aqui as que eu ouço com mais frequência. 

NORGAARD - THE VACCINES


Você é um adolescente dos anos 80 usando pijamas engraçadinhos, está trancado no quarto de madrugada, iluminado apenas com a luz de um abajur amarelo e ouvindo um radinho velho, então essa música começa a tocar. Essa é a sensação que eu tenho, uma nostalgia boa de um tempinho que eu nem vivi. Aquele tipo de música impossível de não ser dançado, que te dá aquele impulso engraçado de subir na cama e pular até a última nota. 

I BET THAT YOU LOOK GOOD ON THE DANCEFLOOR - ARCTIC MONKEYS


Que eu sou apaixonada pelos Arctic Monkeys não é novidade nenhuma, eles estão presentes em quase todas as playlists que eu já fiz na vida. E por mais que eu goste de cada um dos trabalhos deles e pule na maioria, essa música é a que mais me atinge no quesito animação. É a música que eu posso colocar no máximo no meu quarto e dançar como se não houvesse amanhã, além de quase sempre estar presente em algumas festinhas que eu vou de vez em quando e são os momentos que eu imagino a pista de dança como extensão do meu quarto, haha. Peguei essa versão ao vivo e antiguíssima (olha as carinhas de bebê), porque pode não ser a melhor, mas é a minha favorita.

GUNS OUT - YOUNG THE GIANT


Ok, não é exatamente uma música animada, é até meio parada. Mas a letra dela e o jeito que ela cresce em mim me deixam tão bem. É ideal para me tirar da famosa bad, ela começa com você lá embaixo e quando você vê já tá sentindo o refrão, cantando e sorrindo. Essa versão do vídeo acima é a grava em estúdio, mas também existe essa daqui que acho maravilhosa.

LOVE ILLUMINATION - FRANZ FERDINAND


Essa é a música que me faz sentir o próprio Alex Kapranos, tenho até um coreografia engraçada (e provavelmente vergonhosa) para ela. Sério, a batida dela me contagia de um jeito que já me imagino em um palco fazendo caras e bocas e performando com uma guitarra, haha. Acho o máximo para das aquela animada de manhã ou para ouvir enquanto estou dirigindo (embora um pouco perigoso, acho impossível não dançar). 

I LIKE YOU SO MUCH BETTER WHEN YOU'RE NAKED - IDA MARIA


A letra me fez rir na primeira vez em que a ouvi, perdida em uma das várias playlists do 8tracks que me embalam quando minha internet permite. Amei logo de cara, meti entre as minhas playlists e é uma das primeiras opções quando quero descontrair um pouco, respirar fundo e me soltar. 

E aí, gostaram? Foi mega difícil escolher só cinco, já que tenho várias playlists com esse mesmo objetivo, mas tentei selecionar as que já me pegam pela introdução e variando um pouquinho o estilo também. Me falem, quais são as músicas que animam vocês? Que passam aquela vibe que deixa tudo melhor? 

Até o próximo post, xoxo.

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As 5 músicas que eu mais tenho ouvido nos EUA

Olá, olá! Como vão vocês nessa quinta-feira preguiçosa? Os momentos finais de janeiro, fevereiro chegando e com ele o fim das férias de muita gente, inclusive das minhas, infelizmente! Vai ser difícil me acostumar de novo com o nosso calorzinho depois de passar duas semanas no frio (às vezes frio até demais, aquela nevasca novaiorquina conseguiu refletir aqui também!). Refletindo com o meu irmão sobre o tempo que passamos aqui, uma das coisas que mais marcou foi as músicas na rádio. Em casa não costumo ouvir muito à rádio, não tem muitas realmente boas -- para não dizer nenhuma -- e acabo nem me dando o trabalho de procurar. Porém, aqui nós só ouvimos as rádios, sempre com músicas no clima de férias e boas de ouvir.

Faz muito tempo que não faço nada relacionado a música aqui no blog, por isso, aqui está a minha lista das cinco músicas que mais tenho ouvido nas rádios aqui em Orlando, aproveitem!

Meghan Trainor - Like I'm Gonna Lose You ft. John Legend


Eu não conhecia a música até ouvi-la na rádio e gostei muito da letra e do ritmo gostoso de baladinha. Foi a que mais tocou na rádio desde que cheguei aqui e só fui descobrir que era da Meghan com o John quando já tinha decorado a letra completa!

Justin Bieber - Love Yourself


É agora que pago a minha língua por todas as vezes em que falei mal do Bieber. Confesso que nunca fui lá uma grande fã dele, mas depois desse novo álbum tive que aceitar que o cara manda até bem. Essa é uma das músicas de Purpose e não para de tocar por aqui também, eu meio que estou viciada nela, não enjoei até agora e lembra um tantinho Ed Sheeran.

Walk The Moon - Shut Up and Dance


Essa daqui veio para aquecer esse inverno norte americano, é muito a cara das férias e mega dançante. Já a adorei logo de cara e o carro muda de clima toda vez que ela começa, uma das minhas melhores descobertas musicais. E o clipe é muito legal!

The Weeknd - In The Night


Não é a minha favorita, mas de tanto ouvir aprendi a letra e agora vivo cantando por aí. Na verdade, eu nem sabia que era do The Weeknd até meu irmão me mostrar o vídeo agora a pouco, mas curti o ritmo dela, é contagiante de verdade e acaba sendo impossível não dançar junto.

Cam - Burning House


A primeira música que ouvi em solo estadunidense, estava tentando fazer o rádio do carro funcionar e ela começou a tocar, foi amor a primeira nota musical. É uma coisa meio Taylor Swift menos adolescente e é tão meiguinha e boa de ouvir. Como era de madrugada, pensei que não fosse ouvir mais na rádio, mas estava tão errada, ela vive tocando e fazendo a minha felicidade, haha.

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Yay! Espero que tenham gostado do post! Já tinham ouvido essas músicas antes? Se sim, gostaram? E quais são as músicas que mais têm tocado para vocês aí do outro lado da tela? Deixem os comentários de vocês aqui embaixo, ando adorando a interação por aqui, acho que já disse isso, haha. Ah! Agora que estou novamente com celular, ando atualizando bastante as redes sociais então não deixem de me seguir por lá também!

Até mais, xoxo!

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Diário de Aventuras: Lollapalooza 2015


Demorou mil anos? Demorou sim, mas saiu! Como já tinha comentado em uma postagem anterior, esse ano finalmente eu iria realizar algo que estava querendo há anos: o Lollapalooza. Desde que anunciaram a venda dos ingressos, bem antes do próprio line-up, eu decidi que dessa vez daria um jeito e iria, mas muitas desventuras seguidas me levaram a desistir e aceitar que esse ano a coisa toda não daria certo e que era melhor tentar no ano que vem. Bom, eis que março, o mês do meu aniversário, chegou e meu pai e minha madrasta vieram com algo realmente surpreendente: me deram de presente de aniversário não só a passagem para São Paulo para que pudesse ir passar meu aniversário com eles, mas também ingressos para os dois dias do Lollapalooza, que aconteceu nos dois dias seguintes ao meu aniversário. Acho que quem me acompanha nas redes sociais deve saber, já que polui timelines no tempo em que estive por lá, mas agora darei os detalhes a até algumas dicas válidas pra quem quer embarcar nessa.





Vou pular os dois primeiros dias da viagem e apenas dizer que foram ótimos e bem família! Minha mãe, como não pode estar comigo, mandou um bolo e meu pai me deu um cerveja importada de presente pelos 18 anos. Foi tudo bem ótimo, mesmo, bati perna com a minha avó, fiz compras e conheci gente nova. Saí com meus pais e alguns amigos deles e fiquei relaxada como não me sentia há algum tempo.

Meu companheiro na jornada lollapalostica foi meu irmão, Hiago, que já mora por lá mesmo e aproveitou a oportunidade pra ir comigo.

Há exatamente um mês estávamos entrando pelos portões do Autódromo de Interlagos e arregalando os olhos com o tamanho daquele lugar (sério, é imenso, só de pensar já sinto minhas pernas doerem), Zimbra estava tocando no palco Axe e até ficamos para ouvir um pouco o som dos caras. De primeira foi aquele deslumbramento, estávamos com alguns amigos que já eram veteranos na coisa toda, era o terceiro ano consecutivo no festival e digamos que eles já tinham as manhas. Fiquei naquela coisa de que precisava andar o lugar inteiro, conhecer cada cantinho do festival e etc., mas ao mesmo tempo queria estender minha canga na grama e sentar para me sentir só um pouquinho naqueles comerciais legais. Acabamos andando um pouco e depois sentando, mas como estávamos inquietas, eu e uma colega decidimos deixar todos para trás e dar uma volta pelas lojinhas e parar lá nos contêiners da C&A para inventarmos moda e ganharmo headbands com penas nos maquiar, fazer o cabelo e bater um papo com as estilistas. Findou que perdemos umas duas horas nessa brincadeira e quando saímos meu irmão e um outro amigo estavam nos esperando.

Assim que saímos já conseguimos ouvir o som de Fitz and The Tantrums - o que significava também que já tinha perdido pelo menos umas duas bandas que planejava assistir, mas ainda estava tão em êxtase por estar ali que não me importei muito - e, pra ser honesta, eu nem tinha colocado eles nos meus planos, mas depois que uma amiga que foi no Lollapalooza da Argentina disse que esse era o show que eu não podia perder, desci o morrinho rumo a frente do palco Onix totalmente animada. E não me arrependi nem um pouco. Tinha dado uma sondada na banda, ouvido algumas músicas, mas não acreditava que ia presenciar um show tão incrivelmente maravilhoso. A começar pelo fato de que, mesmo com a carinha de tiozão, o Michael Fitzpatrick arrasou demais em cima da quele palco. Porém, NADA se compara com o que a Noelle fez. Aquela mulher é maravilhosa, não só no poder vocal, mas ela tinha a plateia inteira na palma da mão e foi simplesmente fenomenal. E foi pulando e gritando as músicas que eu tinha acabado de aprender que eu senti que o Lollapalooza tinha realmente começado para mim.

Um vídeo publicado por Elouise Cavalcante (@shineonyoulou) em

Depois disso acho que nos separamos do resto do pessoal e ficamos só eu e o Hiago, o que até foi melhor, mais fácil de não nos perdermos e de nos movimentarmos. Demos algumas voltas ainda, eu queria MUITO assistir Kasabian e até fiquei um pouquinho ali na frente do palco Onix, no qual eles tocaram, para conseguir um lugarzinho bom para viajar nas músicas. Ouço os caras há uns dois anos e a oportunidade de assistir um show deles era imperdível. Mas nós estávamos em dois e não pretendíamos nos separar, pelo menos não no primeiro dia, então decidimos que às vezes teríamos que abrir mão de alguns shows e eu tive que abrir mão de Kasabian (sofrendo bastante por dentro), para ir a tenda de eletrônica assistir o DJ Snake. Não sou fã de eletrônica, não me animo muito com o estilo, mas se já estou no inferno, vou abraçar o capeta. Então só me deixei levar pela energia da galera e pulei muito, dancei muito, entrei naquela vibe de fechar os olhos e deixar a música me levar e funcionou de forma surpreendente.

Infelizmente não ficamos até o final também, porque tivemos que correr para o palco Skol e pegar a tão sonhada grade no show do Robert Plant. E conseguimos! O show foi fantástico, apesar de ter ouvido alguns dizerem o contrário, ele não perdeu nadinha do talento vocal e tocou várias músicas do Led Zeppelin, o que me surpreendeu um pouco, mas não desapontou com certeza.

Quando o show acabou, corremos para o palco Onix e chegamos bem a tempo do início do show do Skrillex. Entra mais uma vez naquela linha em que não curto muito o estilo, mas fui totalmente levada pelo momento. Algumas músicas eu conhecia, as que eu não conhecia apenas dancei como uma louca. Skrillex tem um jeito legal de interagir com a plateia e não fazer o show parecer mais uma daquelas baladas ao ar livre, some a isso as imagens brisantes e psicodélicas que aparecem nos três telões, foi o suficiente para me fazer viajar durante o show inteiro. E o final foi ainda mais incrível!

Depois disso, já bem cansados, rumamos de volta ao palco Axe para assistir Bastille, o que eu realmente não fiz, consegui um lugar tranquilo onde conseguisse deitar e ouvi o show inteiro, me levantando apenas para dançar Icarus loucamente e depois ir embora mais cedo para não pegarmos o trem lotado.

Bom, se pensamos que o primeiro dia foi cansativo, o segundo estava prestes a nos dar um belo tapa. A começar que acho que não passou pela cabeça de nenhum de nós a possibilidade de colocar algum despertador para o dia seguinte, o que obviamente fez com que acordássemos bem atrasados, nos arrumássemos na correria e o resultado foi: não cheguei a tempo para assistir Scalene ou Far From Alaska, o que me deixou profundamente magoada. Mesmo.

Meio decepcionados e com uma chuva começando, nós ficamos meio que caminhando a esmo pelo autódromo debaixo da chuva (fun fact: levei capa de chuva no primeiro dia e não choveu, adivinha o que eu não levei no segundo?), deu tempo de eu me irritar e de pedir desculpas e de fazermos piada com as roupas alheias e de o Hiago repetir pela milésima vez que SÓ TEM GENTE BONITA NO LOLLAPALOOZA, o que é verdade mesmo e é assustador. Foi nessa andada a esmo que acabamos parando no palco Skol e fizemos o que provavelmente foi uma das minhas melhores descobertas musicais, assistimos ao show do Molotov. Primeiro olhamos e começamos a nos perguntar o que aqueles tiozões estavam cantando ali em cima com tanta rebeldia, depois que identificamos que era espanhol eu até comecei a desanimar um pouco (tenho um problema sério com esse idioma), mas como mágica acho que acabei entendendo algumas coisas e curtindo a batida e não demorou muito para que eu e o Hiago estivéssemos pulando e gritando o refrão das músicas como se tivéssemos ido ali só para assistir eles. Esse também foi o show em que as câmeras nos amaram, aparecemos no telão dezenas de vezes, o que foi bem engraçado.

Foi aí que cometemos o nosso erro terrível: eu e o Hiago nos separamos. Eu queria pegar grade no show do The Kooks, enquanto ele queria pegar em Three Days Grace, os shows eram na mesma hora e nenhum de nós estava disposto a abrir mão, então nos separamos e marcamos de nos encontrar na frente do posto médico no show do Foster The People.

Até aí tudo ok, dei mil voltas pelas lojinhas, fiz umas compras e então desci para o palco Onix para pegar o final do show do Rudmental e já trilhar meu caminho para o mais perto do palco que eu conseguisse para assistir The Kooks. Consegui ficar bem perto mesmo, mas ainda tive que esperar algumas horas até o show deles começar. Uma coisa que eu amo sobre ir em shows é que todos basicamente estão lá com o mesmo objetivo, então é tão mais fácil conversar, antes mesmo que eu conseguisse perceber nós já estávamos em um grupo grande batendo o maior papo sobre música, faculdade, objetivos de vida e criando grupo no whatsapp para mantermos contato (o que de fato fazemos até hoje).

O show começou, foi incrível, eu surtei, passei a maior parte do show gritando as músicas e ficando com aquela cara de "meu Deus, não acredito, eu to aqui mesmo" - a outra parte eu passei pedindo desculpas para a moça atrás de mim por ter pisado com as minhas botas nos pés dela enquanto pulava. Não preciso nem citar que esse era o show que eu mais estava esperando para assistir, me julguem o quanto quiserem, mas o segundo dia foi o dia que mais me empolgou em relação às bandas, apesar de o primeiro ter me impressionado.



Acabado o show, eu morta de alegria fui tentar correr para o palco Skol para assistir Foster The People, mas aparentemente TODOS ali tiveram essa mesma ideia e, se ficar perto da grade é ótimo durante o show, para sair dali é um terro sem fim. No final, consegui chegar no palco Skol, mas estava impossível de entrar e, mesmo se eu conseguisse, não ia conseguir enxergar o palco de jeito nenhum. Então eu fiz a única coisa que os seguranças lá estavam gritando para que não fizéssemos: pulei a grade. Não sei de onde me vieram forças, mas eu pulei e caí em um amontoado de pneus que seguravam o letreiro enorme do Lollapalooza (vocês provavelmente já viram aquela coisa que parece balão que é o símbolo do festival todo e etc). O resultado foi que eu assisti o show inteiro com vista privilegiada do letreiro, tentando reprimir meu pensamento de desastre eminente, porque aquela coisa começou a lotar de gente e a possibilidade de cair e matar 300 facilmente não parecia pequena. Ainda assim, deu pra pular bastante (eram pneus, então pular era bem divertido na verdade) e dançar e me impressionar com a quantidade de pessoas que estavam naquele local. Também deu tempo de conversar com quem estava lá em cima e trocar experiências de fim de festival.



Ok, lembram que eu disse que eu e o Hiago nos encontraríamos na frente do posto médico? Acontece que estava impossível chegar lá com tanta gente, então precisei esperar o lugar esvaziar um pouco, mas quando eu cheguei lá ele não estava me esperando. Ainda passei algum tempo esperando para ver se ele não aparecia, mas nada. Então pensei no óbvio, vou ligar pra ele. Nada. Fora de área. Liguei para o meu pai e para a minha madrasta só pra tranquilizar eles com um "então, a gente se perdeu, mas tá tranquilo porque aqui é só o Autódromo de Interlagos e a possibilidade de a gente se encontrar novamente é bem pequena, mas ei, eu tava no letreiro", ao que eles reagiram até bem. Falaram pra eu continuar curtindo e depois eu e o Hiago nos encontraríamos por aí e foi o que eu fiz.

Próxima parada? Young The Giant! Assisti uma parte do show, liguei para a Bia porque nada melhor pra se fazer no Lollapalooza do que ligar para a sua amiga e colocar o papo em dia. Bom, pra quem não sabe, no Lollapalooza ninguém aceita dinheiro só alguns ambulantes rebeldes, então nós tínhamos que trocar nosso dinheiro por Mango, que é a "moeda" do Lolla. R$2,50 é igual a um mango e um sanduíche que nem forra o estômago é igual a OITO mangos. Mas tudo bem, eu estava desesperada e com fome e o Hiago tinha ficado com os nossos lanchinhos caseiros, então tive que cair nas graças do gourmet de lá comer um sanduíche para me preparar psicologicamente para assistir Smashing Pumpkins.

No dia anterior eu tinha encontrando com uma galera legal de São Luís e nós tínhamos marcados de assistir o show do Smashing Pumpkins juntos, então trocamos mensagens e nos encontramos lá. Não preciso nem dizer que foi incrível, muito melhor do que eles vinham mostrando há anos, fiquei orgulhosa, emocionada, elétrica e migrando de lugar toda hora para achar um espaço melhor para conseguir enxergar o palco. O plano era ir embora mais cedo para não pegar tanto movimento no trem e no metrô, como tínhamos feito no dia anterior, porém, esse dia estava destinado a ser difícil, então na hora em que comecei a caminhar para fora lembrei que tinha comprado coisas e que tinha que ir buscar nas lojas. Naquelas lojas que ficavam do outro lado do autódromo. Respirei fundo, irritada, decidi ir logo lá buscar, meus coleguinhas maranhenses foram junto comigo e nós demos um olá lá no show do Pharrell que estava cantando Hollaback Girl e dançamos. Peguei minhas mercadorias e nós finalmente pudemos ir embora.

Óbvio que não foi tão fácil, eu ainda não tinha encontrado o Hiago, mas conseguimos nos contatar, porém meu celular descarregou e eu fiquei incomunicável. Ainda estava com os colegas, a gente parou no palco da Pepsi porque uma das garotas queria cantar (e ela mandou super bem, por sinal), aí sim fomos embora e tomamos nosso caminho para o trem. Mas a essa hora já estava tudo lotado, congestionado, já tinha perdido as esperanças de encontrar o Hiago, já tinha até perdido as esperanças de chegar ao trem antes da estação fechar. O resultado foi que demorou pra caramba, ainda paramos em um bar pra esperar as coisas esvaziarem, ofereceram pra pagar meu táxi, mas só nessa brincadeira ia dar uma fortuna, então só fomos. Deixei meus pais preocupados apenas no nível de chegar na estação perto de casa e os dois estarem parados lá na frente me esperando com aquele olhar de desespero, mas foi tranquilo, todo mundo ficou feliz E EU FUI PARA O LOLLAPALOOZA.

Ah, e foi assim que eles terminaram o festival:



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Hey, espero que tenham gostado desse post imenso, parabéns para quem leu tudo haha! O sumiço foi devido ao mês de prova na faculdade, mas a série de posts sobre festivais continuará e os demais planos estão de volta aos trilhos e se realizarão em breve. XX.
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Festivais ao redor do mundo - Parte 1: América do Sul

Animação a mil, várias pessoas, vários palcos, um só objetivo: a música. Ah, os shows! Um dos melhores lugares para conhecer pessoas parecidas com você, poder gritar suas músicas favoritas com mais milhares de pessoas, incluindo o cantor! Minha mãe brincou uma vez que eu não gosto de viajar, eu gosto de sair da cidade para ir em shows. Mas, vendo direito, acho que ela está até um pouco certa. Quer dizer, eu amo viajar, mas se eu puder viajar e ir a show, conciliar turismo com música, melhor ainda. Bom, acho que melhor do que a oportunidade de ir em um show, é poder ir em vários em só um lugar, pagando só um ingresso e fazendo só uma viagem. Isso mesmo, esses são os festivais.

Foi inspirado nisso que eu andei pensando em um dia dar a volta ao mundo indo em festivais de música e, em meio a tantas pesquisas, acabei achando festivais tão diversos e com histórias tão interessantes que achei que valia muito a pena fazer um especial aqui no blog. A princípio ia ser apenas um post, mas são tantos que ficaria muito grande, então decidi dividir em sete posts diferentes, um para cada continente.

Nada mais justo do que começar essa série de posts com o nosso continente, a América do Sul. Um continente que vem crescendo tanto no quesito de festivais e se popularizando cada vez mais. Trouxe para vocês os seis festivais que mais me chamaram atenção e aos quais eu quero ir com certeza!


Lollapalooza (Argentina/Brasil/Chile)

O festival de dois dias, que começou em 1991 nos Estados Unidos como uma turnê de despedida da banda Jane's Addiction, chegou a América do Sul há pouco tempo, mas já tem um público consistente. A primeira versão brasileira aconteceu em 2012, no Jockey Club de São Paulo e recebeu nomes como Foo Fighters, Arctic Monkeys e Joan Jett & The Blackhearts. A parte interessante é que o festival não envolve apenas música, mas também apresentações de comédia, feira de artesanato e até mesmo espaço para grupos políticos sem fins lucrativos debaterem. Esse ano o festival vai ser durante os dias 28 e 29 de março em São Paulo e vai contar com a presença de nomes como Foster The People, The Kooks e o maravilhoso Robert Plant. O Lollapalooza também é o primeiro festival que eu vou riscar da minha listinha, já que esse ano eu vou estar por lá!!

Rock in Rio (Brasil)


Esse daqui já virou um gigante entre os festivais, ocupando a oitava posição de maior festival no mundo. O Rock in Rio, que já começou com um público de um milhão e meio de pessoas em sua primeira edição, é uma febre e já virou atração internacional, sendo realizado também em Portugal e na Espanha e esse ano ganha sua versão nos Estados Unidos. Acontece no Rio de Janeiro - como já diz o nome - e pelo seu palco já passaram apresentações históricas de bandas como Guns N' Roses, Queen e AC/DC. Há quem diga que, por começar a trazer muitas atrações nem tão rock'n roll, o Rock in Rio tenha perdido sua essência no meio do caminho, mas ainda acho que seja um passeio válido - apesar de nada barato. O festival vai rolar nos dias 18, 19, 20, 24, 25, 26 e 27 de setembro no Rio de Janeiro.

Creamfields (Argentina/Brasil/Chile/Peru)


O festival anual de música eletrônica é um pioneiro nato, primeiramente apresentado em Winchester, na Inglaterra, nos anos 90, hoje em dia o Creamfields já está em mais de oito países, além do Reino Unido. E quatro deles estão aqui na América do Sul! Pelos palcos do Cresmfields ao redor do mundo, já passaram grandes nomes da música eletrônica, tais como Paul van Dyk, Sasha e Daft Punk. Aqui no Brasil, ele já rolou em Curitiba, Belo Horizonte e Rio de Janeiro, mas desde 2010 ele ocorre permanentemente em pleno verão catarinense, em Florianópolis. Infelizmente, a versão desse ano já passou, foi no dia 24 de janeiro, mas a notícia boa é que certamente ano que vem, na mesma época, ele vai acontecer de novo.

Primavera Fauna (Chile)


Aí está um dos festivais que, quando eu comecei a ler a respeito, entrou no topo da lista de festivais aos quais eu preciso comparecer. Além de ser em um país que eu adoro e pretendo voltar, o Chile, o festival é focado em música psicodélica e é realizado em um espaço a céu aberto com uma paisagem maravilhosa! O Primavera Fauna ainda é bem novo nesse mundo de festivais e começou em 2011, mas, de acordo com muitas coisas que eu li por aí, ele só ganhou mais credibilidade com os anos. Ele acontece normalmente em Santiago, no Espacio Brodway. Não consegui achar nenhuma notícia que falasse sobre a edição desse ano, mas a edição do ano passado teve Tame Impala como headliner (!!!) e destaque para a banda goiana Boogarins. No palco do festival também brilharam The Lumineers, The 2 Bears e Floating Points. Bom, eu vou continuar esperando por mais informações sobre uma próxima edição e prometo compartilhar com vocês assim que conseguir!

Festival Estéreo Picnic (Colômbia)


Esse daqui é outro festival novinho que só tem cinco anos de existência e teve um começo bem tímido, com apenas algumas poucas atrações. Mas que nesse ano já conseguiu levar The Kooks, Skrillex, Kings of Leon, Chet Faker, Jack White, entre outros grandes nomes da música alternativa. O Picnic se intitula um evento de música e atrações culturais e acontece em Bogotá, na Colômbia anualmente, desde 2010. A edição desse anos aconteceu na semana passada, do dia 12 ao dia 14 de março, mas não desanime só porque perdeu, a edição do ano que vem já está praticamente confirmada!


Asunciónico (Paraguai)


Encontrei milhares de referências desse festival, inclusive coisas que diziam que ele era uma a versão paraguaia (de forma não pejorativa, por favor!) do Lollapalooza e, a julgar pelo line-up desse ano, eu não discordei, já que é realmente bem semelhante. Apesar de não ter encontrado absolutamente nada que fale sobre a história do festival, encontrei informações que me levam a acreditar que a edição desse ano vai ser a primeira (me corrijam se eu estiver errada, só encontrei páginas em espanhol e espanhol não é o meu forte) e contará, além das atrações musicais, que incluem Robert Plant e Kasabian, também com um espaço gastronômico, um espaço de arte contemporânea e um ecológico. O Ansunsiónico acontecerá entre os dias 19 e 20 de março, no Jockey Club de Assunção.

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Espero que tenham gostado e a acompanhem essa série de posts, porque eu estou realmente empolgada! Esses foram os festivais sul-americanos que mais me chamaram atenção, se tiverem mais sugestões não temam em comentar! xx
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As playlists do 8tracks que não saem dos meus fones de ouvido

Ultimamente muitos sites de música online tem estado em alta, mas o que mais funcionou para mim foi o 8tracks. No site a graça não é ouvir a música que você quiser quando quiser, o foco lá são playlists e muito boas em sua maioria. Há um pouco mais de um ano eu ando adepta a descobrir playlists e desvendar bandas novas no meio do caminho. O sistema é o seguinte: você encontra a playlist, mas não pode ver quais músicas estão de fato nela até que cada uma comece. "Ah, mas quando eu for escutar pela segunda vez já vou saber quais foram as músicas!" Ok, você pode até saber quais são as músicas, mas não vai saber a ordem na qual elas vão vir, porque o site randomiza a ordem a cada vez que você a repete.

Nunca me frustrei abrindo uma playlist, às vezes não gosto de uma música ou duas, mas nunca detestei completamente nenhuma seleção, apesar de já ter ouvido pessoas dizendo que já abriram algumas bombas por lá. De qualquer jeito, ainda acho que seja uma das melhores ferramentas de compartilhamento de gosto musical, algumas de minhas bandas favoritas atualmente foram descobertas no 8tracks. Então, hoje vou passar para vocês as playlists que não andam desgrudando dos meus fones de ouvido.


"Você não pode simplesmente voltar no tempo." "Por que não?" - De repente 30


Why not? é sem dúvida alguma a minha favorita, apesar de não ser a que eu mais ouço. A proposta da autora foi juntar todas as músicas e trilha sonoras de filmes tradicionalmente adolescentes e meio antiguinhos. O resultado foi uma bela volta ao passado. Sempre que a ouço tenho vontade de pular e dançar na minha cama enquanto canto loucamente (e já até fiz isso algumas vezes) durante todas as 18 faixas que vão de Miracles Happen aos sucessos do Disney Channel: Cheetah Girls e Lizzie McGuire.





Galentine's Day

Galentine's Day não tem uma tradução para o português, mas é comemorado no dia 13 de fevereiro, dia seguinte ao dia de São Valentino (também conhecido como dia dos namorados na maior parte do mundo, mas não no Brasil) e tem o objetivo de celebrar a amizade entre mulheres. E essa playlist é sobre isso, amizade, mas não necessariamente entre mulheres. É repleta de músicas alto astral e ótimas para começar o dia.



Celebrando a adolescência

Esse, particularmente, é o meu tipo favorito de playlists. Se bem boladas, elas ficam incríveis e trouxe duas das minhas favoritas para vocês ouvirem. Músicas, na maioria bem alternativas e algumas dos anos 80/90, que trazem toda a fúria, confusão e loucura que a adolescência pode ser. São aqueles tipos de música que não conseguem te deixar parado, seja física ou mentalmente, se não te fazem querer dançar de um jeito desconexo que só esse tipo de música faz, fazem com que sua mente voe longe em pensamentos. 




32 faixas de felicidade

A proposta é clara: felicidade e alto-astral. Essa foi a mais recente que comecei a ouvir e me apaixonei perdidamente. É para aqueles dias onde tudo parece estar dando errado e tudo o que você precisa é de um up e um pouco de animação para terminar o dia sem enlouquecer. 



Para qualquer hora

Foi a primeira playlist que escutei no 8tracks e certamente o motivo pelo qual eu fiz minha conta e continuo a usar o site até hoje. Eu geralmente uso esta quando estou estudando ou escrevendo (inclusive sim, estou escutando ela agora), mas acabei me ligando que ela pode servir para qualquer momento. É basicamente um mix com 122 (!!) músicas em estilos variados, mas que seguem aquela vibe tranquila e boa para um momento calmo.


Todas as playlists que coloquei aqui foram testadas e aprovadas por mim, espero que gostem!! xo
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Inspiração da Semana: Música que enfeita paredes

Seja muito bem vindo 2015! E como hoje é sábado, o sol está brilhando, minha gata não para de roer meu travesseiro e meu vizinho me acordou com música ruim, nada mais justo do que começar as postagens do blog com a inspiração da curta primeira semana do ano para dar uma animada positiva nos ânimos. Meu ano começou ótimo e não tenho do que reclamar até agora, espero que o de vocês também não esteja nada mau haha!



Que a música é uma arte todos nós sabemos, mas e se ela também enfeitasse sua parede? A fim de lançar seu EP de uma maneira original, o curitibano Gabriel Gariba brincou com o encarte tradicional e transformou-os em peças decorativas. "Você pode pensar nesse projeto como um álbum de música, um quadro legal para sua parede ou os dois" é como o próprio Gariba, minha inspiração dessa semana, descreve seu projeto.


São cinco modelos de quadros diferentes, cada um possuindo um CD com uma música diferente. Cada arte tem um ar divertido e tem tudo a ver com a letra de cada música. Além de me chamar a atenção pela criatividade, o Gabriel também me impressionou com suas composições que são engraçadinhas e deliciosas de se ouvir.







Eu coloquei o Gabriel aqui como inspiração porque achei nobre a iniciativa e desejo toda sorte a ele e a seu projeto. Bem, eu já estou economizando as moedinhas aqui para comprar o meu quadro!

Você também pode dar uma olhada no site do projeto e curtir a página no facebook para saber mais a respeito.

É isso, espero que tenham gostado e até a próxima! xo

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